Tuesday, May 29, 2007

Sapucaiu no Samba vence 12° Carnaval das Culturas



crédito da foto: divulgação

O cantor e compositor Valdir Jovenal declarou, em entrevista para a Brazine, algumas semanas antes do início do 12° Carnaval das Culturas, a intenção de presentear o grupo Afoxé Loni (que tradicionalmente abre o desfile) e seu líder o brasileiro Murah Soares com um estandarte.

Mais ainda, com o tema “Na Lenda dos Pescadores”, o compositor da escola Sapucaiu no Samba, resolveu homenagear o pai, falecido em 2003, que exercia tal atividade. “Foi uma forma que encontrei de prestar esta honra para ele e os outros pescadores do Brasil”.

A idéia encantou o público e os jurados: o Sapucaiu, com seus cerca de 200 participantes, ganhou 99 pontos e conquistou o primeiro lugar, com direito ao prêmio de mil euros.

O evento, um dos mais populares de Berlim, acabou nesta segunda-feira registrando milhares de pessoas nos quatro dias da festa.

Confira abaixo, em alemão, o material da divulgação da premiação.

Jangada comemora dez anos homenageando o Frevo

A Academia Jangada entrou no desfile do Carnaval das Culturas de forma especial: em companhia do Grupo Locomotiva do Frevo. A idéia foi comemorar os cem anos do Frevo em Pernambuco e ainda, os dez anos da Academia em Berlim, fundada em julho de 97 pelo mestre Rosalvo dos Santos, a contra-mestre Susy e Murah Soares.

Além da participação inédita no Carnaval, a Academia promove diversas atividades na semana do aniversário (www.jangada.com) e produz no momento um DVD para aprender Capoeira e sua história.

Nestes dez anos, a entidade desenvolveu diversos projetos inclusive no Brasil e trabalha diretamente com Salvador para trazer os instrumentos e vestuário necessário para os capoeiristas. O esporte é ensinado também na filosofia de prevenir a violência.

Há espaço ainda para o Frevo, Maracatu, Coco, Forró e Samba, ensinados pelo mestre Carlos da Silva e, desde o último ano, o programa aplicado pelo professor Ricardo de Paula, intitulado “Get Physical”, no qual há uma “fusão” da dança contemporânea, capoeira e improvisação.

Amasonia desiste de participar

Quem acompanha o Carnaval das Culturas percebeu a “lacuna”: a escola de samba Amasonia não estará no desfile como fez nos últimos dez anos. O principal motivo, de acordo com material divulgado para a imprensa, é a falta de patrocínio.

A coreógrafa e atriz Sonia de Oliveira, responsável pelo grupo, teria desembolsado boa parte dos gastos para manter Amasonia ativa. Crianças e deficientes costumavam participar do desfile e colecionarem experiências únicas em suas vidas.

É com pesar que a diretoria da escola comunica a sua decisão perante a falta de alternativas e assim também observam outros participantes do evento. “é muito triste que a Amasonia saia, quanto mais gente representando a cultura brasileira, melhor”, lamentou Valdir Juvenal, do Sapucaiu no Samba.

Mais informações sobre o “Amasonia” no site www.amasonia.de.

Premiação

“Die Preisträger des Wettbewerbs

Preise für drei Gesamtformationen
dotiert mit je 1.000 Euro

1. Sapucaiu no Samba (99 Punkte)
Das Meer tost, die Wellen schäumen, die Trommeln der Bateria stürmen durch die heimischen Gewässer. Sapucaiu no Samba, mehrfach preisgekrönt und eine der bedeutendsten Sambaformationen Europas, erzählt dieses Jahr mit 200 Trommlern, Tänzern und Stelzenläufern von wüsten Meereslegenden und dem harten Fischeralltag. Valdir Jovenal, Sänger und Komponist der Sambaschule, schrieb mit dem diesjährigen Lied eine Hommage an seinen Vater, der als Fischer mit seiner ‘Jangada’ die meiste Zeit seines Lebens auf See verbrachte.

2. Invisibles – Menschen ohne Papiere (97 Punkte)
Unsichtbar sind die Menschen, die ohne Papiere und damit ohne Rechte unter uns leben. Beim Karneval machen wir sie sichtbar: als Tagelöhner bieten wir uns feil, als Folge der Globalisierung lassen wir uns feiern. Die Unsichtbaren schleichen sich in Containern und Kisten hinein in die Welt der Satten und vollbringen täglich das Kunststück, ohne Existenzrecht mit Herz, Humor und Phantasie zu überleben. Grund genug, ihnen heute zu applaudieren! Eine karnevalistische Zusammenarbeit von Calaca e.V., El Patio e.V. und Prospero Production.

3. Comparsa Chamanes (97 Punkte)
Die Sonne ist das Symbol für Wachstum, Neubeginn, Energie – für das Leben an sich und wurde von jeher angebetet. Auch wenn heute der Symbolcharakter in den Hintergrund getreten ist, so ist die Sonne für unser Wohlbefinden dennoch enorm wichtig: Sie macht uns glücklich und gibt uns Leichtigkeit, sie schenkt uns prickelnde Wärme auf der Haut. In einer Performance, gemeinsam mit der Tanzgruppe Step by Step und der Gruppe frieDrums, wollen wir den Sonnenkult in seiner antiken, kolumbianischen und in seiner modernen Ausprägung thematisieren. Tanzt und feiert mit uns!

Preise für zwei Wagen
dotiert mit je 750 Euro


1.Invisibles – Menschen ohne Papiere
Unsichtbar sind die Menschen, die ohne Papiere und damit ohne Rechte unter uns leben. Beim Karneval machen wir sie sichtbar: als Tagelöhner bieten wir uns feil, als Folge der Globalisierung lassen wir uns feiern. Die Unsichtbaren schleichen sich in Containern und Kisten hinein in die Welt der Satten und vollbringen täglich das Kunststück, ohne Existenzrecht mit Herz, Humor und Phantasie zu überleben. Grund genug, ihnen heute zu applaudieren! Eine karnevalistische Zusammenarbeit von Calaca e.V., El Patio e.V. und Prospero Production.

Begründung der Juroren Stéphane Bauer und Walter Tello:

Der Wagen der Gruppe „Invisibles – die Unsichtbaren“ zeichnete sich dadurch aus, dass er als bewegliches Bühnenbild in die Gesamtchoreografie der Gruppe einbezogen war und dabei einen integralen und zugleich künstlerisch eigenständigen Bestandteil des Auftritts bildete.
Der Humor, die Darbietung und der politische Inhalt gehen zu gleichen Teilen in die Wertung ein.
Die durchsichtigen Figuren rundeten dabei das außergewöhnlich gelungene Gesamtbild ab.

2.Sussurro Do Asfalto

Hört ihr, wie der Asphalt flüstert? Folgt den Rhythmen der Stadt, die bunte Vögel mit ihren Trommeln durch die Straßen schicken. Kommt näher und das Geflüster wandelt sich zu groovigem Samba!

Begründung der Juroren Stéphane Bauer und Walter Tello:

Bei der Gruppe „Sussurro do Asfalto“ überzeugte die Integration zwischen Thema, Erscheinungsbild und instrumentaler Ausstattung.

Der Wagen war sowohl künstlerisch als auch „praktisch“ äußerst gelungen. Mit sparsamen und ökologischen Mitteln hat es die Gruppe verstanden, die thematischen Motive: Urbanität (Straßenkultur) – Karneval – Vielfalt der Kulturen auf überzeugende Weise miteinander zu verknüpfen.

Preise für zwei Kinder- und Jugendgruppen
dotiert mit je 500 Euro

1. Angolaner in Deutschland

Alle Menschen wollen in Freiheit und ohne Angst in Deutschland leben, egal welcher Hautfarbe! Unsere Initiative sucht die Begegnung und die Verständigung von Menschen unterschiedlicher Kulturen und Herkunft. Wir wollen einerseits mit einem szenischen Auftritt an den rassistischen Mord an dem Angolaner Antonio Amadeu erinnern und andererseits den Besuchern die Fröhlichkeit und das Temperament der traditionellen angolanischen Tänze wie z.B. Ku Duro, Marimba und Semba vermitteln. Wir sorgen dafür, dass der Funke überspringt!

Begründung der Juroren Steffi Garke und Kay Wuschek:

Hier wurde eine Geschichte erzählt, eine Geschichte von Gewalt, Entsetzen und unbändiger Lebensfreude.
Die Überwindung von Angst vor dem Fremden kann nur durch Offenheit, durch Öffnung gelingen. Die Kinder und Jugendlichen überzeugten in ihrem Tanz mit dieser Offenheit und mit der Lust an der eigenen Kultur, die andere nur mitreißen kann. Dafür Danke.

2. Deutsch-Türkische Musikakademie

Rund 200.000 Menschen aus der Türkei leben in Berlin und viele haben das Bedürfnis, ihre Musik zu spielen und dazu zu tanzen. Die DTM, gegründet 1998, bietet Unterricht in türkischer Volksmusik, klassischer türkischer Musik sowie an verschiedenen Instrumenten wie der Langhalslaute Baglama. Die Schüler können sich im Chorgesang ausbilden lassen oder in einer der Tanzgruppen mitmachen, die sich beim Karneval der Kulturen unter Leitung von Hakan Ceylan mit einer mitreißenden Show präsentieren. Die schnellen Tänze ‘gel gel’ (komm’, komm’) und ‘lorke’ laden zur Freundschaft ein.

Begründung der Juroren Steffi Garke und Kay Wuschek:

Die Gruppe konnte in einer kraftvollen und tänzerisch mitreißenden Performance das Publikum in ihren Bann ziehen.
Voller Überzeugung und Hingabe brachten die Jugendlichen ihren Stolz und ihre Lebensfreude zum Ausdruck.”

Friday, May 25, 2007

Brazine 24 traz novidades como classificados e concurso para próxima capa


A Brazine 24 começou a ser distribuída neste fim de semana no Carnaval das Culturas em Berlim. Nos estabelecimentos brasileiros de Kreuzberg era possível garantir gratuitamente o exemplar com 74 páginas.

O tema principal deste número é economia e comércio, mostrando, entre outros, como e porquê os produtos brasileiros ganham espaço no mercado alemão.

A novidade é a possibilidade de fazer, a partir da próxima revista, classificados a preços módicos, a partir de três linhas, no estilo “oferece” e “procura”.

Além disso a Brazine promove “Brazine Model Berlin”, um concurso para decidir quem irá ser a próxima capa.

Pode se candidatar quem for brasileiro, tiver entre 16 e 30 anos e residir legalmente em Berlim. As inscrições serão realizadas de 10 a 12 de junho.

Mais informações sobre o concurso e os classificados, o leitor encontra em breve neste espaço.

Para a distribuição, a iniciativa também depende do trabalho voluntário. Quem tiver disponibilidade para ajudar, entre em contato com info@brazine.de.

Os 15 mil exemplares da Brazine circulam na Alemanha, Áustria, Suíça e outros países nos quais contamos com assinantes.



Thursday, May 24, 2007

Humorista Mario Barth grava programa no Brasil


O humorista Mario Barth, de 34 anos, estará exibindo na próxima sexta-feira o programa “Mario sucht das Paradies” (Mario procura o paraíso) filmado no Rio de Janeiro e no Amazonas.

O público poderá conferir na RTL, às 22:15 horas, as aventuras do alemão no país tropical.

O berlinense contou com ajuda da moderadora brasileira Jana Ina e declarou ter passado onze dias recolhendo material para a produção.

Segundo ele, momentos de tensão dominaram a equipe quando a mesma se perdeu e foi parar com o furgão no meio de uma das favelas cariocas.

Além disso, Barth decidiu escalar o morro do Corcovado e seu auxiliador, um brasileiro que não falava nada de inglês ou alemão, se distraiu, deixando o humorista cair alguns metros até perceber e segurá-lo. “Levei um susto e o pior, quando avisamos o rapaz a reação dele foi um simples 'uupss'”, declarou em entrevista para o “Exclusiv Weekend”, no último domingo.

Giovane Elber, que no momento participa do “Let´s Dance”, também produção da RTL, aparece no filme na praia de Ipanema.

A idéia é mostrar ao expectador o lugal ideal para se viver.

A expectativa dele e da equipe era encontrar mulheres bronzeadas, estonteantes, como as que ele confere na televisão durante o carnaval, relatou o berlinense. “Foram dias no Brasil e nada. Nem uma mulher que parecesse com as beldades que vemos na TV. Por isso, um recado para as alemãs, vocês não precisam temer as brasileiras, aqui as mulheres são muito mais bonitas”, afirmou em sua última declaração sobre a experiência de fazer o programa nos trópicos.

Haverá reprise no sábado, às 16:40 horas.



Mais sobre “Mario sucht das Paradies”, clique aqui.

Tuesday, May 22, 2007

Monday, May 21, 2007

Giovane Élber mostra outros talentos em Let´s Dance

Depois de conquistar o coração de milhares de torcedores do futebol, Giovane Élber mostra, aos 34 anos, que seu gingado não serve apenas para o campo mas também para o palco. Desde a última segunda-feira, dia 14, ele integra o “elenco” do programa da rede de televisão RTL, o “Let`s Dance”, e já se apresentou duas vezes dançando ao lado da alemã Isabel Edvardsson.

A produção segue o estilo de outras do gênero já existentes como da BBC Strictly Come Dancing ou dos Estados Unidos, Dancing with the Stars, no quais personalidades, acompanhados de profissionais da dança, disputam o título de “melhor na pista” ao demostrarem seus talentos especialmente com ritmos latino-americanos.

Eles são avaliados pelos jurados no local e o público em casa pode influenciar em 50% na decisão, telefonando para o casal predileto. Élber surpreendeu ao mostrar boa performance e ainda, pelas declarações em alemão fluente nas diversas entrevistas que tem concedido.

No último domingo, em outro programa da televisão germânica, o jogador comentou estar gostando tanto de participar que pretende abrir uma escola de dança no Paraná quando voltar ao Brasil. As chances dele conseguir vencer são grandes, afinal, Isabel já chegou a final do programa em outra ocasião e Élber parece estar levando as aulas a sério. De acordo com o “diário” do jogador, no qual sua parceira Isabel, comenta como está sendo “treinar” Geovane, ele estaria admirado de perceber que a dança exige tanto do preparo físico e está com passagem marcada para seu retorno ao Brasil no meio de julho.

Élber jogou em vários times da Europa. Na Alemanha, atuou pelo atual campeão Stuttgart e pelo Bayern München. Na chamada Bundesliga (campeonato alemão), marcou 133 vezes e seria o jogador estrangeiro que mais fez gols em solo germânico. No ano passado, após atuar novamente no Brasil pelo Cruzeiro de Belo Horizonte, ele declarou o fim de sua carreira como jogador em uma coletiva para a imprensa.

No site da RTL, em alemão, é possível conferir o vídeo dos casais dançando. Entre eles, claro, Élber e sua parceira.

http://rtl-now.rtl.de/ld.php

Sunday, May 20, 2007

Friday, May 18, 2007

Fotos de roqueiros em mostra gratuita em São Paulo

Bob Dylan, Led Zeppelin, Rolling Stones, Sex Pistols, John Lennon, Kiss, etc.

Estes e outros grandes nomes do rock foram “clicados” pelo fotógrafo Bob Gruen que, desde ontem, expõe seu trabalho no Museu de Arte Brasileira, em São Paulo, sob o título de “Rockers”.

Nascido em Nova York, esta é a primeira mostra do fotógrafo em um museu, da qual o curador é o cantor Supla.

Bob Gruen tem mais de 40 anos de carreira e estará comercializando seu livro durante a exposição, que é gratuita.

O MAB-Faap fica na rua Alagoas, 903, em Higienópolis.

A mostra pode ser visitada de terça a sexta das 10 às 20 horas, sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas, até o dia primeiro de julho.


Para checar a agenda do museu, clique aqui.

Sunday, May 13, 2007

Knut ganha destaque na Folha de São Paulo

O texto abaixo está também na Brazine on line (www.brazine.de)!

"O jornal paulista Folha de São Paulo publicou no último dia 6 reportagem sobre o “ursinho Knut” sob o título 'Vida de ursinho é "Big Brother"' alemão' comentando o sucesso que o mais famoso habitante do Zoológico de Berlim está fazendo (de acordo com o jornal, as visitas triplicaram), os novos produtos lançados com a “marca Knut” e mesmo o destaque que ele tem tido nos veículos de comunicação.

O texto conta a história da rejeição da mãe e a motivação dos funcionários do Zoo de não deixarem Knut morrer, como ocorreu com seu irmão.

A matéria lembra ainda a polêmica gerada em torno da vida do urso polar (teve quem defendesse a morte de Knut já que não seria “natural” o ursinho ser criado por humanos) e comenta que já haveria cogitação de arrumarem uma namorada para Knut.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft0605200709.htm

http://www.youtube.com/watch?v=tBQRfKeIYZc (video e música do Knut)"

Wednesday, May 09, 2007

Votando nas novas sete maravilhas do mundo

Daqui exatamente dois meses, no dia 07/07/07, o mundo deverá conhecer as suas “novas” sete maravilhas.

A revelação será feita em uma festa de gala em Lisboa.

São 21 candidatos, entre eles o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, que estão sendo escolhidos pelo público na homepage a seguir. Chile e Peru também estão entre os finalistas.

Para chegar aos 21, foram feitas outras seleções e votações, como mostra a história no site.

A “New7Wonders Foundation” (Fundação das novas sete maravilhas), responsável pela campanha, tem sua sede na Suíça e surgiu em 2001 com a missão de proteger os patrimônios da humanidade.

Parte do dinheiro arrecadado pela associação é revertido para restaurar e proteger os mesmos.


Para voltar, clique aqui.

Carioca experimenta “maior susto da vida” em Berlim





Após 11 anos em Berlim e algumas décadas de sua vida no Rio de Janeiro, a carioca Lúcia Silva levou, na sexta-feira, 27, o que considera o maior susto da sua vida. “Depois de viver anos entre os morros e a violência do Rio, jamais achei que aqui, no primeiro mundo, teria uma experiência desta. Foi a pior de todas, quase morri, não desejo o mesmo para ninguém”, recorda.

Eram 20:30 quando ela e o namorado sentiram o primeiro sinal de anormalidade daquela noite. A porta entre o corredor e a sala abriu sozinha enquanto assistiam televisão.

Novamente fechada, resistiu apenas alguns segundos assim: saiu totalmente do lugar com a explosão que estilhaçou ainda as janelas fechadas. “Pensamos que tinha alguém nos atacando e quando chegamos no primeiro andar, percebemos o incêndio. As portas já estavam em chamas, tivemos de passar. Uma mulher quando desceu já estava intoxicada pela fumaça, na hora você só pensa em fugir, dá impressão que o prédio vai desabar”, relata a carioca.

Tudo teria acontecido por que seu vizinho, chamado pelo tablóide Berliner Kurier de Thomas E, de 44 anos, teria tentado se matar levando junto consigo os moradores do prédio de Lúcia e do prédio ao lado.

Depressivo após o suicídio do namorado no ano passado, ele teria espalhado “bombas de gasolina” na frente de cada porta.

Lúcia comenta ainda a existência de uma câmera instalada por ele no porão há algum tempo. “Achamos estranha esta história da câmera mas ele em si, parecia normal.”

Um vizinho do outro prédio que estaria fazendo um churrasco no jardim, sentiu cheiro de gasolina e encontrou os “preparativos” da explosão, chamando a polícia. Por isso que a mesma se encontrava no local no momento em que a residência da Lúcia já estava em chamas.

Descalça, de camiseta e calça jeans, Lúcia largou tudo para trás e assim também andou pela primeira vez na sua vida em uma viatura policial. “Tivemos ajuda da Cruz Vermelha e da polícia a noite inteira”.

Ela conta que um policial se machucou, animais de estimação morreram e outros passaram mal por causa da fumaça. “Poderia ter sido muito pior, o prédio queimou demais.

A novela apenas começou. Foram cinco dias sem saber onde ficar (a primeira noite em um hotel, a segunda, numa instituição, a terceira em casa de amigos) e sem ter acesso aos objetos, documentos e afins largados na pressa na Warschauer Straße.

A permissão para pegar algumas coisas durou pouco, mas foi o suficiente para Lúcia ter uma idéia dos estragos e conferir que as labaredas acabaram com a entrada do que um dia chamou de casa. “Já vi que o lustre, o ventilador e outras coisas quebraram. Sem falar que está tudo coberto de pó. Vai demorar para colocar a vida de novo em ordem”

Apesar de chocada com a história, ela agradece o fato de estar recebendo todo o apoio, inclusive do Governo e admite que pode acontecer em qualquer lugar. “Acho que em todo prédio pode morar um louco, estou feliz de estar bem e viva.”

O que se sente por alguém como o suicida? “Dá muita raiva mesmo assim não desejo mal, dizem que ele está muito machucado no hospital mas não sei não, ninguém viu ele sendo levado. Pior que eu acho que ele vai tentar de novo.”

Agora ela e o namorado procuram um novo lar. Mas o trauma ficou. “e não posso ouvir barulho de polícia, ambulância, bombeiro. Voltam as cenas daquela noite.”

Lúcia acredita, no entanto, que irá superar o trauma com o tempo. Pelo menos a carioca teve a chance de ver o quanto é querida pela comunidade brasileira: assim que a notícia espalhou, começou a ganhar objetos, roupas e o mais importante, apoio e carinho. “Muito bom perceber quanta gente gosta de você, quero agradecer muito a todos”.

Sunday, April 29, 2007

Brazine no my space

http://www.myspace.com/brazineberlin

Monday, April 23, 2007

Quando um furto muda a rotina

foto legenda: Berlim perdeu um pouquinho do seu glamour nesta segunda-feira


Era para ser uma segunda-feira como outra qualquer. O céu limpo e a temperatura agradável pareciam favorecer o bom humor para trabalhar.
Entre um “job” e outro, estava programada uma pausa para um café com alguns amigos da Inglaterra.

Carregando material, não havia como evitar ter uma mochila e, justamente por estar pesada, deixá-la, durante o deslocamento de um local para o outro, anatomicamente nas costas.

Um erro que em São Paulo, minha cidade natal, jamais seria cometido afinal, lá sim, sabe-se que, um segundo sem olhar para seus pertences, pode ser o suficiente para que os mesmos desapareçam.

Mas não em Berlim, pensava até então, apesar de conhecer alguns relatos de furtos, não em plena três horas da tarde.

Ledo engano!

O susto veio misturado com a desagradável surpresa de constatar que alguém abrira a mochila e levara a carteira.

Uma sensação de insegurança, impotência e raiva pois o problema não é a quantia de dinheiro que se perde mas os documentos, emails e telefones anotados, fotos da família... a cada minuto lembrava de mais alguma coisa que talvez jamais recuperasse.

Encontro meus amigos com o humor “virado”, a adrenalina “a mil”.

A primeira hora após o furto é de desolação total, apesar de saber que existe coisa muito pior, que foi só uma carteira, é a sensação de terem tirado sua paz em um dia lindo no qual nada de ruim parecia ter permissão para acontecer.

Um capuccino e algumas risadas ajudam a amenizar o problema mas as atividades que deveriam ser cumpridas nesta segunda-feira já não serão mais, afinal, sem ticket do metrô ou dinheiro, não se vai muito longe.

Minha amiga inglesa oferece uma carona e ainda, me leva para checar o local onde fui furtada (ao descer do ônibus M 41 no Hallescher Tor).

Toca dar uma “de doida” e sair checando os latões de lixo, os arbustos, as cabines telefônicas afinal, a esperança era do bandido ter jogado a carteira por aí e a torcida, para que ela não tivesse ido parar no canal, afundando na água.

Volto desolada para o carro e explico que pedi ajuda a “São Longuinho”, prometi 50 pulinhos mas parece não ter adiantado.

Neste momento, toca o celular. “Frau Gomes, encontrei sua carteira na cestinha da minha bicicleta, aqui no meu prédio. Dinheiro não tem mas parece que todos os documentos estão aqui”.

Claro que “explodi” de alegria e, apesar dos olhares estranhos dos carros vizinhos, cumpri ali mesmo a promessa dos “pulinhos”.

Ao encontrar com a simpática alemã em uma estação de metrô à noite, menos de cinco horas depois do furto, rever todos meus documentos e até o cartão do Banco, pensei em como a solidariedade facilita o cotidiano.

Alguém me sacaneara nesta segunda-feira. Outro alguém porém, perdera seu tempo para me ajudar a recuperar meus documentos.

Para ela, como “muito obrigada”, dei dois vale-refeição para experimentar um pouco da cultura brasileira em um dos restaurantes que temos em Berlim, uma Brazine para que conheça nosso trabalho (!) e claro, fica meu eterno agradecimento.

Da segunda-feira, a lição de que em qualquer lugar do mundo tem gente boa e ruim.

O jeito é ficar SEMPRE de olho nos pertences, esteja em São Paulo ou Berlim.

Saturday, April 21, 2007

Últimos dias do Move Berlim


O festival de dança contemporânea “Move Berlim”, pela terceira vez na capital alemã, tem tido dias de casa lotada e recebido diversos elogios da crítica.

Até o próximo domingo, dia 22, o público poderá conferir, no teatro Hebbel am Uffer, a energia e expressão corporal dos artistas brasileiros por meio da dança e do movimento.

Além das apresentações, estão sendo realizadas diversas atividades mostradas por vários profissionais.

A Brazine 23 trouxe reportagem sobre o evento na página 23. A repórter Sabrina Fidalgo e o fotógrafo João Paglione, também elaboraram material sobre o evento, disponível aqui na Brazine Online sob “Cultura”.

A homepage do evento está em Alemão e Português e contém, entre outras, as informações a seguir. http://www.moveberlin.de/ está na capital alemã.


(as fotos acima são de João Paglione e a colagem foi feita para a coluna de cultura da Brazine)

Tuesday, April 17, 2007

Brasileiras participam de videoclipe

Oito garotas participaram nesta terça-feira da
gravação de um videoclipe, que deverá estar no ar nas próximas semanas.

Seis delas são brasileiras, uma venezuelana e uma alemã.

A equipe da produção e o próprio diretor se esforçaram para serem compreendidos pelas dançarinas em espanhol e português, gerando muitas risadas durante as quase 20 horas de trabalho (já na segunda houve ensaio e prova de roupa).

Em três locais diferentes no centro da capital da Alemanha, a filmagem chamou a atenção de quem passava por perto.

Detalhes sobre o vídeo e sobre a experiência das meninas o leitor poderá acompanhar nesta coluna assim que for feito o lançamento oficial do mesmo.

Thursday, April 12, 2007

Tuesday, April 10, 2007

A história de Wiliam e Anna

O romance com final trágico de Wiliam e Anna, ele brasileiro, ela, alemã, ocorreu alguns meses atrás mas parece ter sido pouco divulgado (apenas na região de Hamburgo) e passou meio despercebido também para grande parte da comunidade brasileira.

Agora no começo de abril, no entanto, a revista Stern teria retomado o tema contando, em quatro páginas, o drama no estilo “Romeu e Julieta” que acabou com os dois principais protagonistas mortos.

De acordo com a Stern, Willian enforcou “por amor e ódio” Anna durante uma briga e alguns dias depois, na prisão, se matou deixando uma carta para a mãe da garota, se desculpando e explicando que “saíra de si” no momento da brutalidade.

A história na versão da Spiegel, em alemão, está disponível no link a seguir.

http://stern.de/politik/deutschland/:Liebestrag%F6die-Wiliam-Anna.-Anna-Wiliam.-Wiliam-Anna-/586298.html?nv=ct_cb

Na época do crime, em outubro do ano passado, o Hamburger Abendblatt publicou a notícia, que pode ser conferida a seguir.

http://www.abendblatt.de/daten/2006/10/19/626711.html

O caso está ainda sendo discutido em algumas comunidades brasileiras no Orkut, como esta: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=61684&tid=2525721377444410072

Friday, April 06, 2007

33 anos na sexta-feira santa!




































Esta sexta-feira santa jamais vou esquecer! Afinal, completei 33 no dia em que Cristo foi crucificado!

Para respeitar a data, fiz apenas um jantar com amigos íntimos e festa mesma, ficou para dia 14.

Mas aqui, deixo o registro de algumas flores lindas que ganhei este ano.

Wednesday, March 28, 2007

Repórter entrevista Alex Alves no Rio para jornal alemão

(fotos serão postadas posteriormente)

O jornal alemão BZ demonstrou interesse pela vida do jogador Alex Alves, o primeiro brasileiro a atuar pelo Hertha Berlim.

O colega Miguel Conde conseguiu a entrevista exclusiva realizada agora em fevereiro no Rio de Janeiro, já publicada pelo jornal alemão nesta semana (com alguns acréscimos da edição).

O material, na íntegra, o leitor confere a seguir, gentilmente cedido pelo jornalista também para a Brazine.

Por MIGUEL CONDE

"Aos 32 anos, o brasileiro Alex Alves é um homem arrependido. Morando sozinho num flat a quatro quadras da praia de Copacabana, ele sonha com uma volta a Berlim. “No Hertha, eu podia ter respeitado mais o amor e o carinho que as pessoas sentiam por mim. Foi um momento muito complicado para mim pessoalmente. Isso é meu maior arrependimento. Eu quero voltar, até de graça eu jogo”.

Após voltar de Alemanha para o Brasil, o atacante defendeu times grandes como o Atlético Mineiro e o Vasco da Gama, mas nunca exibiu o mesmo futebol de antes de sua transferência para a Europa.

Envolvido com um divórcio que, segundo ele, o consumiu totalmente, Alves acabou voltando em 2005 para o clube que o revelou, o Vitória da Bahia.

No ano passado, afirma, chegou a negociar sua volta para o Hertha, mas, diante dos problemas do passado, a diretoria acabou desistindo do negócio. “Quando eu soube, foi uma porrada”, diz. “Estava em pé, ao telefone, e quase caí”.

O jogador acabou indo para o futebol chinês, onde ficou por três meses. No começo desse ano, voltou ao futebol brasileiro, pelo pequeno Boavista, de Saquarema (a 100 km do Rio de Janeiro) que acaba de subir para a primeira divisão da liga regional do estado.

Criado há três anos, o clube ascendeu rapidamente, e tem planos de chegar à elite do futebol brasileiro. Mas a estrada é longa.

No primeiro turno do Campeonato Carioca, o Boavista teve uma campanha medíocre: empatou três jogos, perdeu um e ganhou outro.

No dia anterior à entrevista, o time fez sua estréia no segundo turno,perdendo por 5 x 1 para o inexpressivo Volta Redonda. Alex Alves entrou no final do jogo – porque “estava com febre”, explica.

Agora, garante estar novamente em forma (e fez questão de tirar fotos sem camisa para provar isso). “Tudo que eu quero agora é trabalhar”, diz o jogador.

Esta conversa começou em Copacabana e terminou aos pés do Cristo Redentor, onde a única pessoa a reconhecê-lo foi um ascensorista, que perguntou onde ele estava jogando.

Quando o jogador respondeu "Boavista", seu fã ficou um pouco desorientado. "No exterior?". "Não, aqui mesmo", respondeu Alves, já saindo do elevador.

Apesar das mechas louras e do visual chamativo, ele diz que já não acompanha com tanto interesse o mundo da moda.

Além disso, revela já ter pensado em ser pastor evangélico e diz estar planejando escrever sua autobiografia.

Você jogou apenas alguns minutos de duas partidas no primeiro turno do Campeonato Carioca, e no primeiro jogo do segundo turno entrou só no final. Está fora de forma?

Quando cheguei ao clube, estava parado há um mês, e o campeonato já estava começando. Agora eu já estou bem. Não comecei jogando esse último jogo porque ficamos concentrados por vários dias num lugar com muita poeira, e eu sou alérgico. Minha garganta inflamou, tive febre. Ainda assim, fiz questão de entrar. Vou começar jogando as próximas partidas.

O que você está achando do Boavista?

É bom, os donos já foram diretores do Botafogo, têm experiência e têm o mais importante, que é capital. Nesse aspecto, ninguém pode reclamar. Mas ainda faltam alguns jogadores mais fortes.

Como tem sido sua rotina no Rio?

Vou à praia, ao cinema, saio para jantar com meus amigos. Estou mais focado no meu trabalho mesmo. Estou me doando muito ao meu trabalho e à minha filha. Nos cinco dias do carnaval, fiquei só com ela, passeando. Depois eu vou ter tempo para fazer tudo na vida. Então quero ficar uns três, quatro anos, só treinando, focado no meu trabalho. Porque perdi uns anos ocupado com outras coisas, e deixei minha carreira um pouco de lado. Agora, não vou cometer mais esse erro.

Quais são suas lembranças da passagem pelo Hertha?

Não é nada difícil falar do Hertha. É uma coisa que caminha comigo para todos lugares onde eu vou. Lá, havia um amor que eu não valorizei. A verdade é essa. Eu estava num momento muito complicado pessoalmente, o que atrapalhou minha passagem pelo Hertha. É um clube para o qual eu ainda quero voltar. Eu podia ter me dado mais, respeitado mais o amor e o carinho que tinham por mim. Isso é meu maior arrependimento. E, quando você tem um arrependimento e não consegue fazer nada a respeito, a dor é pior ainda. Um dia eu quero voltar para o Hertha. Não pelo dinheiro, que eu não preciso. Até de graça eu jogo para retribuir o amor e o carinho que tinha lá, e que era demais, era uma coisa absurda. Quero apagar a imagem que deixei na passagem pelo clube.

O que te atrapalhou na época? A idade?

Não, problemas pessoais mesmo. Minha relação estava complicada e isso me prejudicou muito. Botei minha vida particular em primeiro lugar, achei que tinha que resolver esses problemas primeiro para depois cuidar da vida profissional. Fiz tudo errado, tudo ao contrário. Mas eu fui criado numa família muito certinha, e para mim a idéia de me divorciar, já tendo uma filha, era insuportável. Por isso, quando vi que uma separação podia acontecer, me dediquei totalmente ao meu casamento, não pensei em mais nada. Mas isso não existe mais, já passou. Hoje levo uma vida nova. Naquela época, eu não tinha cabeça mesmo.

A decisão de voltar ao Brasil, naquela época, foi mais da sua esposa mesmo?

Os dois tinham saudades do Brasil, porque a gente levava uma vida complicada. A gente tinha muito ciúme um do outro, então ficávamos muito fechados, quase não encontrávamos outras pessoas. Isso foi um erro. Não tenho mágoa nenhuma dela, mas uma pessoa diferente talvez tivesse me ajudado mais.
Você chegou a conversar sobre uma possível volta com a diretoria do Hertha?

Ano passado a gente conversou, chegamos a acertar algumas coisas básicas do contrato. Mas depois de uma semana eles me falaram que, por causa das coisas que tinham acontecido naquela época, achavam melhor não me trazer de novo. Quando me disseram “Alex, não deu certo” foi uma porrada. Estava de pé ao telefone, e quase caio.

E como foi sua passagem pela China?

Foi um período em que eu estava parado, mas queria voltar para o futebol. Fizeram uma proposta e achei interessante. Eles têm muito a aprender ainda lá, mas têm muito a crescer também. Foi uma passagem boa para mim.

É verdade que em 2004, quando estava no Vasco, você chegou a fazer terapia? Isso te mudou de alguma forma?

A época do Vasco eu devia ter aproveitado mais, mas deixei que a relação me consumisse. Não tinha cabeça para treinar, para jogar. Não conseguia ter paz.Fui para a terapia. A gente conversar na boa, mas três ou quatro dias depois eu já queria voltar, ficava ansioso. Eu ia para lá e me acalmava, mas logo ficava aflito de novo. Aí vi que aquilo estava virando ma droga, euestava viciado. Não conseguia ficar sem falar com o cara. Ele era uma pessoa maravilhosa, mas vi que tinha que resolver aquilo eu mesmo, sozinho. Mas ele me deu uns toques muito bons. Antigamente eu era contra terapia, mas depois vi que eles estudam, têm um tratamento, a conversa certa.

Em que você mudou nesse período?

Hoje meu trabalho é tudo. É o trabalho que me dá paz, é minha terapia. Hoje meu lado espiritual está aflorando novamente. Tenho muita fé em Deus.

Você sempre foi religioso?

Já passei um momento de não acreditar. Depois que meu pai morreu, falei: “nada disso existe, não acredito em mais nada”. Foi no final de 1999. Mais de sete anos... Para mim foi ontem. Foi uma época de loucura, eu queria conversar com meu pai, li muitos livros da Zibia Gasparetto (autora brasileira de livros espíritas e de auto-ajuda). Mas isso passou. Agora é pensar na minha vida, no hoje. A gente tem que viver de presente, das novas conquistas.

Voce tem formação católica?

Tentei ser evangélico, mas tem tanta coisa errada na igreja... Esse tal de dízimo é uma coisa complicada. Dizem que é bíblico, mas como vou saber se foi Jesus mesmo que escreveu? Pedem muito dinheiro para a igreja. Se eu fundasse uma igreja, tudo que tivesse que fazer a gente faria com todos sabendo. Na igreja não é assim. Você dá dinheiro e não sabe para onde vai.

Você chegou a pensar em ser pastor?

Cheguei, mas tem muitas coisas que eles falam que eu não faria. Não daria certo.

Tem alguma opinião sobre o Para Bento XVI?

Eu li o “Código Da Vinci”... Não sei. O Vaticano manda na Igreja, mas tem muita coisa que eu acho errada.

Você continua muito ligado em roupas? Seu cabelo está com reflexos louros...

Não acompanho mais o mundo da moda. Adoro me vestir bem para sair, pegar as meninas. Mas não ligo mais para isso. Só mesmo para minha auto-estima pessoal.

E quais são seus projetos para os próximos anos?

Eu quero fazer minha autobiografia, porque tem muita loucura na minha vida. Não sei nem se vou botar meu nome, mas tem historias que a gente não pode deixar passar. Você leu “O caçador de pipas”? Ele tinha que contar aquela história. Eu também sinto assim. Já fui do céu ao inferno. Minha vida é uma loucura, desde moleque.

Sunday, March 25, 2007

Entrevista para o Jornal Nacional resultado!


O resultado da matéria com a Ilze Scanparini, naja...não exatamente o esperado...

Fotos do dia da gravação como esta estão no post

http://conectandobrasileeuropasandragomes.blogspot.com/2007/03/entrevista-para-o-jornal-nacional.html

Forum Brasil, alguns flashes...